Escolhas sempre fazemos
Dia após dia
Desde que o sol vemos
Na noite revolvemos
Quiçã em agonia
A quanto nos obrigam
Estes revezes forçosos
Mas optar devemos
Não há como evadir
Impossivel fugir
Não interessa a revolta
Que nos fazem sentir
Mas não tentemos mentir
Se queremos viver
Impõe-se decidir
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