EMERGING
Oh Joy
Hope appears on the horizon
Strenght rises
Could it be ?
A wakening
More of a return
Of a poor battered soul
Emerging from its dark night
Maybe a tad late
But still with all its might
Feeling whole again
Oh Joy
The heart sings
Hoping not to have been in vain
Letting go of the past
The sorrow and the pain
Could it be?
Able to laugh again
Love and play once more
Not alone anymore
Stuck on the spot
Could it be?
That it is time
To move on, finally
Advance further on the road
The road of life
And destiny
Could it be?
It probably could
We all emerge
Eventually
From the mists
Of thunder and cloud
Whole and proud
Aware and awakened
Radiant rainbows
Shining bright
After the storm
Could it be?
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
domingo, 20 de outubro de 2019
SÓ ou SOLIDÃO
Que mais há para fazer
Que mais a aprender
Para com a solidão
Saber conviver
Gente...uma multidão
Sem conexão
Movimento...continuo fluir
Com ou sem direção
Barulho...não falta
Mescla de ruido sem significado
E no meio de tudo
Estonteado
O meu Eu, um todo
Mas tão sem nada
Um Eu que há muito
Aprendeu a existir só
Acreditando ter já conquistado
A solidão
Mas, foi engano...afinal não!
Ela, a Solidão
Ela estava só adormecida
E se acordada
Invade revoltada
Frustrada
Por existir ainda
Assim no centro de tudo
No meio do nada
Ainda que de gente rodeada
Ás vezes por gente sufocada
Mas não domesticada
Nem apaziguada
Apenas por momentos anestesiada
Como gerir
Esta poderosa vaga
E impedir
O frio que invade a alma
Dizem: Tem calma!
Calma que já se esgotou
Há tanto que esperou
O meu Eu
Que é tudo
E que continua tão sem nada
Carências
Quiçá de outras vivências
Com raízes profundas
Envoltas em brumas
De memórias bem fundas
Por desbravar
Procura de amalgama
De fusão
Com outra alma
O meu, ou outro Eu
Que também seja tudo
Mas tão sem nada...
Que mais há para fazer
Que mais a aprender
Para com a solidão
Saber conviver
Gente...uma multidão
Sem conexão
Movimento...continuo fluir
Com ou sem direção
Barulho...não falta
Mescla de ruido sem significado
E no meio de tudo
Estonteado
O meu Eu, um todo
Mas tão sem nada
Um Eu que há muito
Aprendeu a existir só
Acreditando ter já conquistado
A solidão
Mas, foi engano...afinal não!
Ela, a Solidão
Ela estava só adormecida
E se acordada
Invade revoltada
Frustrada
Por existir ainda
Assim no centro de tudo
No meio do nada
Ainda que de gente rodeada
Ás vezes por gente sufocada
Mas não domesticada
Nem apaziguada
Apenas por momentos anestesiada
Como gerir
Esta poderosa vaga
E impedir
O frio que invade a alma
Dizem: Tem calma!
Calma que já se esgotou
Há tanto que esperou
O meu Eu
Que é tudo
E que continua tão sem nada
Carências
Quiçá de outras vivências
Com raízes profundas
Envoltas em brumas
De memórias bem fundas
Por desbravar
Procura de amalgama
De fusão
Com outra alma
O meu, ou outro Eu
Que também seja tudo
Mas tão sem nada...
terça-feira, 8 de outubro de 2019
FADINHAS
Era uma vez...
Uma criancinha
Que brincava com fadinhas
Do véu outro lado, o de lá
Porque do lado de cá
Onde a vida era deserta
Como o deserto do Saara
Ninguém a compreendia
Insegura e com medo
Sozinha se sentia
Alegria ...não tinha
Perdida sem poder
Expressar a essência
Do seu verdadeiro Ser
Que asfixia
Ninguém a entendia
Sem amor ter
A criança sonhava e fugia
Para o reino das fadinhas
Dos gnomos e das estrelinhas
Aí, sim!
Com eles se embevecia
Havia Luz e alegria
Flores, de mil e uma cor
E muito amor
A criancinha
Flutuava, leve e sem dor
Pairando muito para além do arco iris
No infinito
No principio e no fim mergulhada
Pelas nuvens embalada
Algodão macio e bendito
Na mais profunda e alegre gargalhada
Estrelas fulgurantes
Também elas errantes
Estrelas que agora já não parecem
Assim tão distantes
Ah como era bom!
Pensava a criancinha
Neste mundo encantado ficar
Onde a rir e a brincar
Podia com as fadinhas amar
Com as estrelas a Luz irradiar
E ao meu nunca mais ter de voltar
Era uma vez...
Uma criancinha
Que brincava com fadinhas
Do véu outro lado, o de lá
Porque do lado de cá
Onde a vida era deserta
Como o deserto do Saara
Ninguém a compreendia
Insegura e com medo
Sozinha se sentia
Alegria ...não tinha
Perdida sem poder
Expressar a essência
Do seu verdadeiro Ser
Que asfixia
Ninguém a entendia
Sem amor ter
A criança sonhava e fugia
Para o reino das fadinhas
Dos gnomos e das estrelinhas
Aí, sim!
Com eles se embevecia
Havia Luz e alegria
Flores, de mil e uma cor
E muito amor
A criancinha
Flutuava, leve e sem dor
Pairando muito para além do arco iris
No infinito
No principio e no fim mergulhada
Pelas nuvens embalada
Algodão macio e bendito
Na mais profunda e alegre gargalhada
Estrelas fulgurantes
Também elas errantes
Estrelas que agora já não parecem
Assim tão distantes
Ah como era bom!
Pensava a criancinha
Neste mundo encantado ficar
Onde a rir e a brincar
Podia com as fadinhas amar
Com as estrelas a Luz irradiar
E ao meu nunca mais ter de voltar
sábado, 5 de outubro de 2019
INSONIA
Noite sem fim
Sem promessa de alvorada
Eu e a noite
Companheiras
Noite vazia
Mas cheia como a lua
Em noite de lua cheia
Segue lenta e longa
Pesa o silêncio
Onde o barulho do pensamento
Se torna ensurdecedor
E a dor...
Tão longa quanto a noite
Tão cheia quanto a lua
Velha companheira
Da poesia padroeira
Dor que a nós se cola
Como poeira
Seja à luz da lua da noite
Numa almofada
Entranhada
Seja à luz do sol do dia
De nada serve não querer
Ainda assim...
Continua a doer
Até muito depois do amanhecer
Que antecede
Outro e novo anoitecer
5/10/2019
Noite sem fim
Sem promessa de alvorada
Eu e a noite
Companheiras
Noite vazia
Mas cheia como a lua
Em noite de lua cheia
Segue lenta e longa
Pesa o silêncio
Onde o barulho do pensamento
Se torna ensurdecedor
E a dor...
Tão longa quanto a noite
Tão cheia quanto a lua
Velha companheira
Da poesia padroeira
Dor que a nós se cola
Como poeira
Seja à luz da lua da noite
Numa almofada
Entranhada
Seja à luz do sol do dia
De nada serve não querer
Ainda assim...
Continua a doer
Até muito depois do amanhecer
Que antecede
Outro e novo anoitecer
5/10/2019
domingo, 29 de setembro de 2019
OS PUTOS
Adoro crianças
Expressão comum
Nas nossas andanças
Esquecendo as que vivem sós
Como dentro da dura casca de uma noz
Da frágil noz
Que somos cada um de nós
Gerados e criados
Alguns em ambientes pesados
Outros simplesmente ignorados
Todos a ferro disciplinados
Putos, que ainda que alimentados
Vestidos e calçados
Nunca se sentiram amados
Não sendo por crueldade
Foi cruel
Foi o inicio de futura desventura
Condenados à falta de ternura
A quem tudo foi imposto e exigido
Regras não cumpridas
Resultavam em pesado castigo
Coraçãozinho pesado e dorido
Em pranto silencioso e escondido
Como soldado num exercito armado
Completamente isolado
Exilado
E sempre controlado
Ah o control!
Defesa que se impôs
Que ao longo do tempo endurece
Hoje o coração impede
De se se abrir parar amar
O medo que permanece
Do puto se partilhar
Secando as sementes que plantamos
Daquilo que tanto desejamos
Até quando alguém aparece
E nos oferece
A flor já desabrochada
Falta-nos a esperança.
E sempre desconfiamos...
Sim... nós tentamos
Mas como equacionamos
Que a criança onde tão cedo
Se instalou a insegurança
Possa agora reconhecer e ter
O amor que outrora
E até agora
Nunca logrou merecer
Adoro crianças
Expressão comum
Nas nossas andanças
Esquecendo as que vivem sós
Como dentro da dura casca de uma noz
Da frágil noz
Que somos cada um de nós
Gerados e criados
Alguns em ambientes pesados
Outros simplesmente ignorados
Todos a ferro disciplinados
Putos, que ainda que alimentados
Vestidos e calçados
Nunca se sentiram amados
Não sendo por crueldade
Foi cruel
Foi o inicio de futura desventura
Condenados à falta de ternura
A quem tudo foi imposto e exigido
Regras não cumpridas
Resultavam em pesado castigo
Coraçãozinho pesado e dorido
Em pranto silencioso e escondido
Como soldado num exercito armado
Completamente isolado
Exilado
E sempre controlado
Ah o control!
Defesa que se impôs
Que ao longo do tempo endurece
Hoje o coração impede
De se se abrir parar amar
O medo que permanece
Do puto se partilhar
Secando as sementes que plantamos
Daquilo que tanto desejamos
Até quando alguém aparece
E nos oferece
A flor já desabrochada
Falta-nos a esperança.
E sempre desconfiamos...
Sim... nós tentamos
Mas como equacionamos
Que a criança onde tão cedo
Se instalou a insegurança
Possa agora reconhecer e ter
O amor que outrora
E até agora
Nunca logrou merecer
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
O AGORA
O único espaço
Tempo...
Que existe e é real
Tempo dentro do tempo
Todo o resto
Não passa de imaginação
De uma ilusão
Das que a nossa mente
Cria com profusão
A mente que mente
Que se agrilhoa ao passado
Ou visiona o futuro
Assim fugindo do presente
Nem sempre doce
Às vezes duro e exigente
E a mente sempre a fugir
Para o passado
Para o futuro
Tentando a realidade evadir
Sabendo que o passado
O outrora...já foi
Não mais é
E o futuro não existir
Ainda não pode Ser
Só no Aqui e no Agora
Temos o poder de construir
De sentir
De amar
E viver
O único espaço
Tempo...
Que existe e é real
Tempo dentro do tempo
Todo o resto
Não passa de imaginação
De uma ilusão
Das que a nossa mente
Cria com profusão
A mente que mente
Que se agrilhoa ao passado
Ou visiona o futuro
Assim fugindo do presente
Nem sempre doce
Às vezes duro e exigente
E a mente sempre a fugir
Para o passado
Para o futuro
Tentando a realidade evadir
Sabendo que o passado
O outrora...já foi
Não mais é
E o futuro não existir
Ainda não pode Ser
Só no Aqui e no Agora
Temos o poder de construir
De sentir
De amar
E viver
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
MIMO E TERNURA
Ternura e mimo
Mimo e ternura
São talvez uma
Doce e pura
Que preenche
Que cura
E nos faz voar a alma
Até o olhar
Volta a brilhar
E reflecte o encanto
O coração, esse, entretanto
Batendo no seu canto
As vezes acelera até ao pranto
Com a emoção
Do doce e firme
Toque de uma mão
Que afaga
Ou que na nossa se entrelaça
De um beijo profundo...ainda que leve
Levemente
Do abraço quente
Abrangente
Sem fim...
É algo tão simples assim
O mimo de um sincero sorriso
Mesmo de improviso
E que desabrocha com Amor
Tal como uma flor
Não estivéssemos nós
Todos... tão carentes e sós
Humanidade acordemos
Somos racionais, sim
Mas continuar a negar não devemos
Que se formos incapazes de nos abrir
E da nossa alma teimarmos em não ouvir
O clamar
E não assumir
O dar e receber omitir
Aquilo porque na realidade
Ansiamos
E como do ar precisamos
A beleza
A doçura
De um beijo, do toque
Do mimo e da ternura
Seguiremos sempre sofrendo
E sendo
Uma humanidade
Árida, seca...e dura
Ternura e mimo
Mimo e ternura
São talvez uma
Doce e pura
Que preenche
Que cura
E nos faz voar a alma
Até o olhar
Volta a brilhar
E reflecte o encanto
O coração, esse, entretanto
Batendo no seu canto
As vezes acelera até ao pranto
Com a emoção
Do doce e firme
Toque de uma mão
Que afaga
Ou que na nossa se entrelaça
De um beijo profundo...ainda que leve
Levemente
Do abraço quente
Abrangente
Sem fim...
É algo tão simples assim
O mimo de um sincero sorriso
Mesmo de improviso
E que desabrocha com Amor
Tal como uma flor
Não estivéssemos nós
Todos... tão carentes e sós
Humanidade acordemos
Somos racionais, sim
Mas continuar a negar não devemos
Que se formos incapazes de nos abrir
E da nossa alma teimarmos em não ouvir
O clamar
E não assumir
O dar e receber omitir
Aquilo porque na realidade
Ansiamos
E como do ar precisamos
A beleza
A doçura
De um beijo, do toque
Do mimo e da ternura
Seguiremos sempre sofrendo
E sendo
Uma humanidade
Árida, seca...e dura
terça-feira, 24 de setembro de 2019
AFAZIA
A titulo de informação
14/10/2019
É a data marcação
Da cirurgia
E aproveito para fazer menção
Desde sempre
Que escrevo poesia
Algo meu, parte de mim,
Do muito...
Que não te diria
Porque eu sabia
Não te interessar
Como nunca podia imaginar
Que um dia
Aprender eu também iria
A falar sozinha
Por amor
Ou quiça estultice
A eterna luta
Entre o coração
E a razão
Que feridas sempre causa
Focos de dor e frustração
Mas agora, eis a operação!
Talvez a anestesia...
Porque não?
Encerre magia
E com um pequeno toque
Provoque
O entorpecimento
E a afazia
Assim, o monólogo perecia
Não mais seria
Sina minha que até poderia
Parecer insignificante ou comezinha...
O ter de aprender
A saber
Falar sozinha
24/09/2019
A titulo de informação
14/10/2019
É a data marcação
Da cirurgia
E aproveito para fazer menção
Desde sempre
Que escrevo poesia
Algo meu, parte de mim,
Do muito...
Que não te diria
Porque eu sabia
Não te interessar
Como nunca podia imaginar
Que um dia
Aprender eu também iria
A falar sozinha
Por amor
Ou quiça estultice
A eterna luta
Entre o coração
E a razão
Que feridas sempre causa
Focos de dor e frustração
Mas agora, eis a operação!
Talvez a anestesia...
Porque não?
Encerre magia
E com um pequeno toque
Provoque
O entorpecimento
E a afazia
Assim, o monólogo perecia
Não mais seria
Sina minha que até poderia
Parecer insignificante ou comezinha...
O ter de aprender
A saber
Falar sozinha
24/09/2019
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
A CORAGEM
Palavra forte
Que às vezes nos soa oca
Em tempos de dor
é sempre muito pouca
Mas eis que muda a época
E a mente a evoca
Descobrindo que para ser feliz
Coragem urge
E ela surge!
Sabe-se lá de onde
Em que folhos do nosso Eu
A Coragem se esconde
Mas ela surge!
Sempre que a invocamos
E a adoptamos
Ela surge!
Realizamos o impensável
Muito para além do expectável
Vencemos a teia do medo e da insegurança
Que havíamos com zelo tecido
Largamos os apegos
Entorpecidos aconchegos
Sôfregos
Pela paz e alegria
Da felicidade alcançar
Adeus minha dor
Surgiu a Coragem
Em todo o seu explendor
20/09/2019
Palavra forte
Que às vezes nos soa oca
Em tempos de dor
é sempre muito pouca
Mas eis que muda a época
E a mente a evoca
Descobrindo que para ser feliz
Coragem urge
E ela surge!
Sabe-se lá de onde
Em que folhos do nosso Eu
A Coragem se esconde
Mas ela surge!
Sempre que a invocamos
E a adoptamos
Ela surge!
Realizamos o impensável
Muito para além do expectável
Vencemos a teia do medo e da insegurança
Que havíamos com zelo tecido
Largamos os apegos
Entorpecidos aconchegos
Sôfregos
Pela paz e alegria
Da felicidade alcançar
Adeus minha dor
Surgiu a Coragem
Em todo o seu explendor
20/09/2019
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
SER MULHER
Tarefa abençoada e delicada
Tanto que
Ao homem não foi doada
Gerar, nutrir, cuidar
Acariciar
Com paciência e amor apoiar
Sorrir quando preferia chorar
Emoção pura
Ainda que pilar na desventura
Alegria sempre a espelhar
E o seu Amor
Reergue do outro o coração
Intuição em equilíbrio com a razão
Cúmplice na relação
Receptiva
Mas mais feliz ainda em se doar
Em se entregar
Sempre e como puder
De corpo e alma
A ser mulher
19/09/2019
Tarefa abençoada e delicada
Tanto que
Ao homem não foi doada
Gerar, nutrir, cuidar
Acariciar
Com paciência e amor apoiar
Sorrir quando preferia chorar
Emoção pura
Ainda que pilar na desventura
Alegria sempre a espelhar
E o seu Amor
Reergue do outro o coração
Intuição em equilíbrio com a razão
Cúmplice na relação
Receptiva
Mas mais feliz ainda em se doar
Em se entregar
Sempre e como puder
De corpo e alma
A ser mulher
19/09/2019
PAST LOVE
Missing you till it hurts
Ever so deeply
Like a razor cutting
Across my whole being
Although there is
No lack of Love
No shortage of caring
Wrapped in fiery lust
It is only and just
Your very stubborn fear
Of opening your heart
Unwilling
To allow yourself to hear
It´s Singing
It´s Calling
And it´s reckless longing
For Love
The beauty that once was
That which still is
And will always be
Listen to me!
Holding on to pain
Does not bring gain
Damn it! silly you
For stalling, and
Ignoring even you
19/09/2019
Missing you till it hurts
Ever so deeply
Like a razor cutting
Across my whole being
Although there is
No lack of Love
No shortage of caring
Wrapped in fiery lust
It is only and just
Your very stubborn fear
Of opening your heart
Unwilling
To allow yourself to hear
It´s Singing
It´s Calling
And it´s reckless longing
For Love
The beauty that once was
That which still is
And will always be
Listen to me!
Holding on to pain
Does not bring gain
Damn it! silly you
For stalling, and
Ignoring even you
19/09/2019
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
FOLHA EM BRANCO
O branco.... o nada...o vazio
Potencial de sonhos e fantasias
Solo fértil
Onde germinam
Lado a lado
Medos e carências
Monstros de incongruências
Plantio de
Alegrias e desalegrias
Amores e desamores
Encontros e desencontros
Onde brotam canteiros de sentimentos
Miríade de cores e fulgores
O espectro inteiro
É assim o branco
É assim a vida
Não temos opção
Outra que senão
Preenchermos a folha em branco
18/09/2019
O branco.... o nada...o vazio
Potencial de sonhos e fantasias
Solo fértil
Onde germinam
Lado a lado
Medos e carências
Monstros de incongruências
Plantio de
Alegrias e desalegrias
Amores e desamores
Encontros e desencontros
Onde brotam canteiros de sentimentos
Miríade de cores e fulgores
O espectro inteiro
É assim o branco
É assim a vida
Não temos opção
Outra que senão
Preenchermos a folha em branco
18/09/2019
PELE
A minha...a tua...
Pele envolvente
Pele que se entrega e recebe
Que sente, que percebe,
E que sabe o que sente
Que acaricia e se funde
Suave, suavemente
E de modo premente
Numa só se confunde
Um entrelaçar avido, reciproco
De pele delirante
Fervente e vibrante
A minha...a tua...
A nossa
Antes existiam separadamente
Pensando erradamente
Que eram duas.
18/09/2019
A minha...a tua...
Pele envolvente
Pele que se entrega e recebe
Que sente, que percebe,
E que sabe o que sente
Que acaricia e se funde
Suave, suavemente
E de modo premente
Numa só se confunde
Um entrelaçar avido, reciproco
De pele delirante
Fervente e vibrante
A minha...a tua...
A nossa
Antes existiam separadamente
Pensando erradamente
Que eram duas.
18/09/2019
MARÉS MINHAS
Não é isto que pretendo
Será que alguém quiçá pretende?
Por onde e como pende
O mar da vida, marés vivas
Como o das emoções, o rescaldo
Calmas …mas logo desenfreadas
Ondas…não! Vagalhões
Que na areia depositam
Molhos frescos e salgados de grilhões
Quando pensávamos
Haver já limpo os porões
Eis que eles surgem
Assustadores ….tal como os vagalhões
Ameaçando o barco que veleja
Estremecendo ao sabor das ondulações
17/09/2019
Subscrever:
Mensagens (Atom)