quarta-feira, 18 de setembro de 2019


MARÉS MINHAS

Não é isto que pretendo
Será que alguém quiçá pretende?
Por onde e como pende
O mar da vida, marés vivas
Como o das emoções, o rescaldo
Calmas …mas logo desenfreadas
Ondas…não! Vagalhões
Que na areia depositam
Molhos frescos e salgados de grilhões
Quando pensávamos
Haver já limpo os porões
Eis que eles surgem
Assustadores ….tal como os vagalhões
Ameaçando o barco que veleja
Estremecendo ao sabor das ondulações

17/09/2019

1 comentário:

António Magalhães disse...


São as marés .
As marés vivas da vida de cada um.
Beijo

António Magalhães