Descalça vai para a fonte
Lianor pela verdura
Vai formosa, e não segura
Acredita Moninha
Tivesse o poeta o olhar
Algures em ti pousado
Não teria aguentado
O poema teria criado
E com o teu nome composto
Formosa
Não só de rosto
Dona de um coração
Daqueles que fazem questão
Com gosto a todos se dão
Bemvinda aos cinquenta
Onde a formosura já não assenta
Na compostura
Nem mesmo na frescura
Mas onde o traço da ruga
É testemunha
Da árdua procura
Empreendida á descoberta
Da tal doçura
Que é o verdadeiro Amor
Podes ir sem medo
E sim, segura
Do teu merecido valor
1 comentário:
mentários:
De Moninha R. a 16 de Novembro de 2006 às 09:43
...que dizer depois do que li...conseguiste uma lágrimita teimosa que não queria saltar....mas saltou...lágrima essa de agradecimento e um abraço sincero....(e agora são várias lágrimas que caiem...)
bjo
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De solcar a 22 de Novembro de 2006 às 17:31
Enfim...
Tudo o que vem do coração não carece agradecimento e a cadencia parece ter um coração enorme
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De cadencia a 22 de Novembro de 2006 às 22:51
Tu és um querido!
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De cristina a 16 de Novembro de 2006 às 15:13
Estou a gostar muito da tua veia poética. Parabéns.
Beijinhos Grandes
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De cadencia a 16 de Novembro de 2006 às 21:36
Obrigada pelo teu simpatico comentario, querida Cris. Beijinhos grandes tbm para ti
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De solcar a 16 de Novembro de 2006 às 17:15
Cai sobre os meus débeis ombros a responsabilidade do virus.
Não sei se vais ter cura.
Lá embalada e bem, isso vais.
De tal forma que agora me viro para a loucura.
Vai ao Notyet.blogs.sapo.pt
E enfim. Já que náo há cura. Continua assim que vais dando o prazer de te ler.
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